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AROM defende alterações no Código Florestal para evitar êxodo rural
Quarta-feira, 02 Março de 2011 - 20:39 | Arom
A Associação Rondoniense de Municípios AROM engajou ao movimento pela aprovação do novo Código Florestal Brasileiro, com as alterações propostas na relatoria do deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP). De Brasília, o presidente da entidade e prefeito de Alvorada do Oeste, Laerte Gomes, manifestou o apoio destacando que Rondônia será beneficiada com a matéria e pediu, em nome de todos os prefeitos, o apoio absoluto dos nossos deputados federais ao movimento para a aprovação do projeto. O municipalista alerta para o risco de êxodo rural e conseqüente caos generalizado na economia do estado.
Segundo Laerte, os prefeitos entendem que a proposta de reforma do Código Florestal deve tornar justo o percentual de aera a ser destinado para a exploração e preservação. Isto por que, o perfil da exploração rondoniense se difere dos de outros estados. O presidente da AROM ressalta que o posicionamento dos gestores municipais deve ao fato de que a produção rural de Rondônia é predominantemente agrícola, sendo 90% formada por pequenos e médios produtores.
Atualmente, conforme destaca Laerte, os produtores rurais já lidam com a dificuldade de conseguir financiamentos devido à irregularidade, além das multas ambientais milionárias. Ele pondera que a receita estadual pode sofrer significativas baixas com a possível queda na produção rural. A AROM sabe da importância da preservação, mas defende que esta seja feita sem prejudicar o desenvolvimento da nossa região, frisou o presidente, lembrando a necessidade de anistia para as multas aplicadas em Rondônia.
Segundo Laerte, os prefeitos entendem que a proposta de reforma do Código Florestal deve tornar justo o percentual de aera a ser destinado para a exploração e preservação. Isto por que, o perfil da exploração rondoniense se difere dos de outros estados. O presidente da AROM ressalta que o posicionamento dos gestores municipais deve ao fato de que a produção rural de Rondônia é predominantemente agrícola, sendo 90% formada por pequenos e médios produtores.
Atualmente, conforme destaca Laerte, os produtores rurais já lidam com a dificuldade de conseguir financiamentos devido à irregularidade, além das multas ambientais milionárias. Ele pondera que a receita estadual pode sofrer significativas baixas com a possível queda na produção rural. A AROM sabe da importância da preservação, mas defende que esta seja feita sem prejudicar o desenvolvimento da nossa região, frisou o presidente, lembrando a necessidade de anistia para as multas aplicadas em Rondônia.
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