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Depressão levou jovem a tentar se matar; não há mais risco de morte
Quinta-feira, 16 Junho de 2011 - 16:24 | Folha do Sul On Line
Oito horas após o acidente envolvendo o bacharel em Direito Marcelo Bruno Gudin de Souza, 26, que se atirou embaixo de um caminhão na manhã de hoje, detalhes sobre o acidente e o quadro clínico atual do rapaz foram divulgados pela família minutos atrás.
DEPRESSÃO Em conversa com o site, a oficial de justiça Marli Gudin, irmã de Marcelo, revelou que, desde o ano passado, quando se graduou em Direito, pela Avec, ele vinha apresentando um quadro grave de depressão. Apesar de sua presença freqüente numa igreja evangélica, seu isolamento era visível e preocupava a todos.
O procedimento cirúrgico, que durou quase três horas, foi comandado pelo neurocirurgião Sérgio Belém. O médico teve que usar seu próprio material, já que o Hospital Regional, onde foi feita a intervenção, não dispunha dos itens necessários. A família Gudin fez questão de destacar o desprendimento e a dedicação do profissional de saúde que, avaliam, salvou a vida do acidentado.
DEPRESSÃO Em conversa com o site, a oficial de justiça Marli Gudin, irmã de Marcelo, revelou que, desde o ano passado, quando se graduou em Direito, pela Avec, ele vinha apresentando um quadro grave de depressão. Apesar de sua presença freqüente numa igreja evangélica, seu isolamento era visível e preocupava a todos.
FUGA DO HOSPITAL Poucos minutos antes de tentar se matar, atirando-se sob o caminhão-caçamba, na BR 364, o futuro advogado estava internado no Hospital Bom Jesus. Em virtude dos surtos que sofria, uma outra irmã, Márcia, o acompanhava. Foi a ela que o jovem pediu para deixar os aposentos e ir ao banheiro.
Sem que a acompanhante percebesse, o rapaz pulou uma das janelas da unidade de saúde particular e correu para a rodovia que corta Vilhena. Parecendo estar em transe, abriu os braços e correu para a frente do enorme veículo, cujo motorista não conseguiu frear antes do choque. Por sorte, apesar da violência do impacto, o irmão do vereador Marquinhos Bacana poderá utilizar seu livramento em eventuais testemunhos na Igreja Sal da Terra, à qual pretende voltar a freqüentar.
DEPRESSÃO Em conversa com o site, a oficial de justiça Marli Gudin, irmã de Marcelo, revelou que, desde o ano passado, quando se graduou em Direito, pela Avec, ele vinha apresentando um quadro grave de depressão. Apesar de sua presença freqüente numa igreja evangélica, seu isolamento era visível e preocupava a todos.
O procedimento cirúrgico, que durou quase três horas, foi comandado pelo neurocirurgião Sérgio Belém. O médico teve que usar seu próprio material, já que o Hospital Regional, onde foi feita a intervenção, não dispunha dos itens necessários. A família Gudin fez questão de destacar o desprendimento e a dedicação do profissional de saúde que, avaliam, salvou a vida do acidentado.
DEPRESSÃO Em conversa com o site, a oficial de justiça Marli Gudin, irmã de Marcelo, revelou que, desde o ano passado, quando se graduou em Direito, pela Avec, ele vinha apresentando um quadro grave de depressão. Apesar de sua presença freqüente numa igreja evangélica, seu isolamento era visível e preocupava a todos.
FUGA DO HOSPITAL Poucos minutos antes de tentar se matar, atirando-se sob o caminhão-caçamba, na BR 364, o futuro advogado estava internado no Hospital Bom Jesus. Em virtude dos surtos que sofria, uma outra irmã, Márcia, o acompanhava. Foi a ela que o jovem pediu para deixar os aposentos e ir ao banheiro.
Sem que a acompanhante percebesse, o rapaz pulou uma das janelas da unidade de saúde particular e correu para a rodovia que corta Vilhena. Parecendo estar em transe, abriu os braços e correu para a frente do enorme veículo, cujo motorista não conseguiu frear antes do choque. Por sorte, apesar da violência do impacto, o irmão do vereador Marquinhos Bacana poderá utilizar seu livramento em eventuais testemunhos na Igreja Sal da Terra, à qual pretende voltar a freqüentar.