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Estrada do Belmont é pavimentada com tecnologia mais resistente e que reduz os custos da obra
Quinta-feira, 13 Outubro de 2016 - 16:08 | Da Secom - Por Luana Lopes

De acordo com o diretor-geral do DER, Ezequiel Neiva, a aquisição do produto traz inúmeras vantagens, como por exemplo, alto desempenho técnico de bases e sub-bases; protege a camada enrijecida dos efeitos destrutivos da água; reduz os custos de manutenção os custos totais da obra. A utilização do solo cola elimina o emprego de enormes volumes de materiais granulares nobres, como britas industrializadas e/ou cascalho, materiais esses cada vez mais escassos e onerosos para aquisição, deposição, e distribuição nas obras, frisou Neiva.
Além de maior resistência na capa asfáltica e da economia nos custos da obra que o solo cola promove, o produto é de tecnologia sustentável, que tem uma produção química por nanotecnologia.
O técnico da empresa Dura Terra, Martin Mauro, fornecedora do sola cola, explicou que as moléculas do produto em contato com o mineral do solo cria uma coesão, deixando o solo resistente. O produto cria altos índices de suporte, ou seja, nem mesmo as cargas pesadas poderão quebrar o solo. Outra vantagem é que ele evita a destruição de pedreiras, o transporte de cascalhos e britas de fontes distantes, citou Martin, destacando, ainda, que o produto tem uma propriedade chamada hidrorepelente, ou seja, a água da chuva ou a água do subsolo não destrói a camada de asfalto.
O diretor do DER, Ezequiel Neivas, destacou outra vantagem no uso do produto, que é o ganho de produtividade, economia na carga horária e respectivos custos na execução das obras. Uma vez que as bases e sub-bases proporcionarão qualidade adequada para a fase de acabamento final, ainda na etapa de terraplenagem e compactação das vias; elimina-se, portanto, uma etapa operacional demandante de tempo e uso intensivo de equipamentos e máquinas pesadas nas atividades de bases e sub-bases, pontuou.