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Sem transparência, Tribunal de Contas de Rondônia segue calado sobre o contrato emergencial de coleta de lixo
Quarta-feira, 26 Fevereiro de 2025 - 13:47 | Redação
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Os técnicos da Secretaria Municipal de Limpeza (SML) e da Procuradoria Geral do Município (PGM) estão preocupados em prosseguir com a contratação emergencial de coleta de lixo antes de obterem explicações sobre a empresa que apresentou o menor preço.
Há questionamentos sobre a capacidade técnica, erros graves no processo e a total falta de transparência, como determina legislação. A PGM e SML são os únicos a fazer tais questionamentos, já que o Tribunal de Contas de Rondônia preferiu o silêncio e não opinou sobre o edital lançado pela prefeitura de Porto Velho para contrato emergencial de coleta de lixo.
Mais uma vez, o jornal tentou contato com o TCE para falar sobre o assunto, mas ninguém deu retorno à reportagem. Nem mesmo com o conselheiro Jailson Viana de Almeida (foto), que acompanhou o caso de perto da licitação anterior, e que pediu a anulação do processo efetuado na gestão passada.
Por enquanto, Aurora apresentou o valor de R$ 19.056.713,81 e a EcoFort (Amazon Fort), R$ 21.534.781,00 para coletar o lixo de Porto Velho por 180 dias.